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		<title>Página impressa e Página digital</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 04:19:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edna Silveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante mais de 500 anos todo o conhecimento humano e toda a informação foi armazenada em documentos de papel. O papel irá permanecer por tempo indeterminado, porém a sua importância como meio de encontrar, preservar e distribuir informação encontra-se actualmente num processo regressivo. Quando pensamos num documento é inevitável visualizar folhas de papel impressas, embora [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mediafragments.wordpress.com&amp;blog=10240792&amp;post=192&amp;subd=mediafragments&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante mais de 500 anos todo o conhecimento humano e toda a informação foi armazenada em documentos de papel. O papel irá permanecer por tempo indeterminado, porém a sua importância como meio de encontrar, preservar e distribuir informação encontra-se actualmente num processo regressivo. Quando pensamos num documento é inevitável visualizar folhas de papel impressas, embora esta seja uma definição deveras limitada. Actualmente, com o aparecimento das novas tecnologias, um documento poderá ser qualquer corpo de informação. Uma vez que estes meios possibilitaram armazenar informação na forma digital, tornou-se acessível localizar, armazenar e enviar documentos pela Internet. O papel neste aspecto, é mais difícil de transmitir e é extremamente limitado, já que o seu conteúdo assume apenas a forma de texto, desenho e imagens.<br />
Os documentos digitais permitem incluir fotografias, áudio, animação, ou uma combinação destes e outros elementos, facultando ao utilizador uma experiência interactiva. Os documentos electrónicos enriquecidos com novos elementos, possibilitam novos meios de divulgação de informação que uma mera folha de papel não permite.<br />
A Internet permite uma tecnologia de base de dados que possibilita que estes documentos sejam anexados e transferidos através da exploração interactiva, com a vantagem de ser extremamente barato, de fácil distribuição e acesso, e o conceito de distância ser facilmente ultrapassado.<br />
Os livros, revistas e jornais continuam e continuarão a ter muitas vantagens em relação aos seus congéneres digitais. Um livro é pequeno, leve e barato em contrapartida com o preço de um computador, porém não é possível ficar indiferente ao facto de estes documentos digitais fornecerem diversas vantagens numa realidade em que cada vez mais as novas tecnologias são inseparáveis à vivência humana.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mediafragments.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mediafragments.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mediafragments.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mediafragments.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mediafragments.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mediafragments.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mediafragments.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mediafragments.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mediafragments.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mediafragments.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mediafragments.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mediafragments.wordpress.com/192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mediafragments.wordpress.com/192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mediafragments.wordpress.com/192/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mediafragments.wordpress.com&amp;blog=10240792&amp;post=192&amp;subd=mediafragments&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Edna Silveira</media:title>
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		<title>Os novos media &#124; Interactividade</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 03:29:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edna Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[interacção]]></category>
		<category><![CDATA[Interactividade]]></category>
		<category><![CDATA[novos media]]></category>

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		<description><![CDATA[Os novos media são interactivos. Em contraste com os velhos media, onde a ordem de apresentação é fixa, os novos media possibilitam a interaçcão do utilizador com um objecto media. O conceito de interactividade é passível de uma série de opiniões que surgiram desde o aparecimento da hipermedia. Alguns autores definem o conceito de interactividade [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mediafragments.wordpress.com&amp;blog=10240792&amp;post=189&amp;subd=mediafragments&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os novos media são interactivos. Em contraste com os velhos media, onde a ordem de apresentação é fixa, os novos media possibilitam a interaçcão do utilizador com um objecto media.<br />
O conceito de interactividade é passível de uma série de opiniões que surgiram desde o aparecimento da hipermedia. Alguns autores definem o conceito de interactividade em níveis ou ainda introduzem, baseados nas pesquisas de formas de recepção apontadas por Nobert Wiener, a diferença entre o meio passivo, reactivo e interactivo. Segundo Wiener o meio passivo, mostra de forma clássica que quem recebe a mensagem envia como feedback um sinal de que a mensagem foi recebida, ou seja, o sinal é enviado por um veículo (canal) e necessita de chegar ao receptor de maneira que este só contemple a chegada desse sinal se existir uma participação do público (é apenas a de conferir o sinal recebido). O meio passivo por outro lado, abre a possibilidade de o emissor enviar mais do que um sinal, permitindo ao receptor o poder de optar na escolha de uma delas. Neste caso, o público reage aos vários sinais, escolhendo o caminho a percorrer consoante o seu interesse. Para finalizar o meio interactivo, permite ao receptor optar, intervir, mudar as relações indiciais que o mundo dos signos nos oferece, como também inventar novos destinos para o desenceio das linguagens.<br />
Um outro autor que abarca o conceito de interactividade como investigação é Roy Ascott. Em 1995, o autor define dois tipos básicos de interactividade, aos quais denomina de “trivial” e “não-trivial”, onde na interactividade “trivial” o receptor actualiza o potencial de escolhas já pré-programas e presentes num determinado banco de dados, e na interactividade “não-trivial” o receptor pode participar efectivamente, ampliando e transformando a informação disponível em rede.<br />
Outra proposta interessante sobre o conceito de interactividade é a tipologia por quarto dimensões cumulativas de interactividade, criada por Van Dijk, em 1999 – 2000. A primeira é a <em>dimensão especial</em> da interactividade, que refere-se à comunicação <em>ponto a ponto</em>. A segunda refere-se à c<em>omunicação não-sincrônica</em> devido ao tempo excessivo entre acção, reacção e a reacção à reacção. A terceira é a <em>dimensão temporal da interacção</em>, ou seja, é a possibilidade de troca entre emissor e receptor em qualquer lugar ou momento, tendo ambos igual controle e contribuição para a mensagem. Por último, a <em>dimensão de acção e controle</em> que corresponde à possibilidade de contextualização e de entendimento partilhado, que, de momento, pode ser encontrada apenas na comunicação face a face.<br />
Se nos focarmos nas relações de poder dentro da estrutura comunicativa de diferentes tecnologias, temos de reconhecer que a interactividade assume diversas formas e diferentes apropriações.<br />
<em>In the most general terms, interactivity simply describes an active relationship between two things</em>.(1)</p>
<h6><span style="color:#808080;"><strong>(1) in </strong></span><em><span style="color:#808080;"><strong>The language of new media</strong></span></em><span style="color:#808080;"><strong>, Lev  Manovich</strong></span></h6>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mediafragments.wordpress.com/189/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mediafragments.wordpress.com/189/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mediafragments.wordpress.com/189/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mediafragments.wordpress.com/189/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mediafragments.wordpress.com/189/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mediafragments.wordpress.com/189/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mediafragments.wordpress.com/189/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mediafragments.wordpress.com/189/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mediafragments.wordpress.com/189/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mediafragments.wordpress.com/189/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mediafragments.wordpress.com/189/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mediafragments.wordpress.com/189/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mediafragments.wordpress.com/189/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mediafragments.wordpress.com/189/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mediafragments.wordpress.com&amp;blog=10240792&amp;post=189&amp;subd=mediafragments&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Edna Silveira</media:title>
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		<title>New Media Art &#124; A arte na Internet</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 01:33:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edna Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[1 year performance vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[New Media Art]]></category>
		<category><![CDATA[Shredder 1.0]]></category>
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		<description><![CDATA[Em 1994, as maiores companhias de comunicação incluindo a Hearst Corporation (proprietárias de vários periódicos americanos e de redes de televisão) formou divisões de “novos media” e grupos comerciais como o New York Media Association. Nesta mesma altura, artistas, curadores e críticos começaram a introduzir o termo New Media Art para se referirem aos projectos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mediafragments.wordpress.com&amp;blog=10240792&amp;post=180&amp;subd=mediafragments&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1994, as maiores companhias de comunicação incluindo a <em>Hearst Corporation</em> (proprietárias de vários periódicos americanos e de redes de televisão) formou divisões de “novos media” e grupos comerciais como o <em>New York Media Association</em>. Nesta mesma altura, artistas, curadores e críticos começaram a introduzir o termo New Media Art para se referirem aos projectos inseridos no âmbito de instalações multimédia interactiva, ambientes de realidade virtual e arte baseada na Net, que eram executados através da tecnologia digital. Para as “velhas” empresas de comunicação, estas tecnologias indicavam um afastamento dos meios tradicionais, como os jornais e a televisão.  Neste panorama, surge o conceito de New Media Art como uma subdivisão em duas categorias: a Arte e Tecnologia e a Media Art. A Arte e Tecnologia refere-se essencialmente às práticas, como a arte electrónica, a arte robótica e a arte genética, que envolvem novas tecnologias mas que não se relacionam directamente com os media., enquanto que a Media Art, inclui o vídeo art, a arte da transmissão e o filme experimental, que se definem como a arte que incorpora a tecnologia dos novos media que por volta de 1990, já não era novidade. Este movimento surge assim, como uma intersecção destes dois domínios.<br />
A New Media Art apresenta grandes semelhanças com a vídeo art, onde, uma geração após o surgimento do vídeo art enquanto movimento, houve uma introdução do navegador da Net, catalisando o nascimento da New Media Art como movimento.<br />
Os artistas da New Media Art viram a Internet como uma ferramenta artística acessível, possibilitando-os explorar a relação entre tecnologia e cultura. Os seus projectos fazem uso das tecnologias emergentes, preocupando-se com as possibilidades estéticas, culturais e politicas dessas ferramentas. Geralmente, tendem a trabalhar com os mesmos meios que os motivam (por exemplo os jogos) em vez de os transporem para outras formas que se encaixem de modo mais adequado nas convenções do mundo artístico. Desde cedo, adoptaram os princípios do código livre onde tendem a apropriar-se do material que encontram e a colaborar com outras pessoas, numa base de partilha mútua. Apesar de alguns artistas utilizarem a internet apenas como um meio de disseminar a documentação dos seus projectos, feitos por meios convencionais, outros abordam a Internet como um meio próprio ou como um novo espaço no qual podem intervir artisticamente. Devido à sua ligação próxima à Internet, a New Media Art, foi desde o seu inicio, um movimento global. A natureza internacional do movimento reflectiu a natureza global do mundo da arte como um todo.<br />
O movimento New Media Art, pode ser visto como uma resposta à revolução da tecnologia da informação e à digitalização das formas culturais.</p>
<p>Seguem-se alguns exemplos de projectos inseridos no movimento de New Media Art:</p>
<p><a href="http://mediafragments.files.wordpress.com/2010/02/023.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-181" title="023" src="http://mediafragments.files.wordpress.com/2010/02/023.png?w=300&#038;h=275" alt="" width="300" height="275" /></a>O projecto <em>Shredder 1.0</em>, de Mark Napier, surgiu em 1998 e revela uma mistura colorida de texto e imagens. Ao introduzir um endereço no campo da localização no topo do interface de <em>Shredder 1.0</em>, ou através de uma escolha de doze URLs pré-seleccionados, o projecto desconstrói o site original, cortando e seccionando o texto, a imagem e o código-fonte, formando composições abstractas. <em>Shredder 1.0</em> trabalha fazendo passar o código com o qual as páginas da Net são escritas por um scriptPerl, um programa rudimentar que divide e reorganiza o código original antes de o colocar no seu navegador na Net. É um projecto interactivo (solicita a introdução ou escolha de um endereço de um site na Net para rasgar) e generativo (corre um processo algorítmico que produz sempre um trabalho novo). <em>Ao interagir com a obra, os visitantes moldam a peça, levando-a a mudar e a evoluir, muitas vezes de forma imprevisível. O utilizador é parte integral do design.</em> (1)</p>
<p><a href="http://mediafragments.files.wordpress.com/2010/02/022.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-182" title="022" src="http://mediafragments.files.wordpress.com/2010/02/022.jpg?w=233&#038;h=300" alt="" width="233" height="300" /></a>O projecto 1 year performance vídeo, de 2004-2005, da autoria de MTAA (M.River &amp; T. Whid Associates), pode ser visto como um comentário sobre a progressiva substituição das actividades e experiências de vida que são decorridas ou realizadas por software e hardware de computador. O projecto é igualmente uma demonstração surda e transparente da capacidade da New Media Art de manipular as nossas percepções de tempo e da nossa relação cada vez mais céptica com a evidência visual como índice da realidade.</p>
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<h6><span style="color:#808080;">(1) Mark Napier in<em> New Media Art</em></span></h6>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mediafragments.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mediafragments.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mediafragments.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mediafragments.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mediafragments.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mediafragments.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mediafragments.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mediafragments.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mediafragments.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mediafragments.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mediafragments.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mediafragments.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mediafragments.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mediafragments.wordpress.com/180/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mediafragments.wordpress.com&amp;blog=10240792&amp;post=180&amp;subd=mediafragments&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Edna Silveira</media:title>
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			<media:title type="html">023</media:title>
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		<media:content url="http://mediafragments.files.wordpress.com/2010/02/022.jpg?w=233" medium="image">
			<media:title type="html">022</media:title>
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		<title>Mapear realidades e territórios</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 13:43:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edna Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[Flight Patterns]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[mapeamento]]></category>

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		<description><![CDATA[O conceito de mapeamento sintetiza a ideia de represenção visual de uma determinada realidade, seja esta física (um espaço, um corpo, um dispositivo), ou conceptual (um acontecimento, uma relação, um pensamento). Mapeamento designa os meios de visualização que nos permitem identificar, situar e navegar num determinado “território informativo”. Sendo necessariamente uma construção humana, os “mapas” [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mediafragments.wordpress.com&amp;blog=10240792&amp;post=171&amp;subd=mediafragments&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O conceito de mapeamento sintetiza a ideia de represenção visual de uma determinada realidade, seja esta física (um espaço, um corpo, um dispositivo), ou conceptual (um acontecimento, uma relação, um pensamento). Mapeamento designa os meios de visualização que nos permitem identificar, situar e navegar num determinado “território informativo”.<br />
Sendo necessariamente uma construção humana, os “mapas” são maioritariamente considerados como veículos objectivos de informação. A sua maior vantagem advém exactamente da capacidade de converter uma determinada realidade ou relação representada em factos organizados e de permitir simultaneamente uma visão detalhadas destes.Neste sentido, mapeamentos são construções que permitem ampliar a visão e compreensão da realidade:</p>
<p><a href="http://mediafragments.files.wordpress.com/2010/02/flight-patterns-picture-aaron-koblin1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-173" title="flight-patterns-picture-aaron-koblin" src="http://mediafragments.files.wordpress.com/2010/02/flight-patterns-picture-aaron-koblin1.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>O artista plástico <a href="http://www.aaronkoblin.com/">Aaron Koblin</a>, em 2005, especializou-se em algo inédito. Este norte-americano concebeu um projecto intitulado <em>Flight Patterns</em>, onde cria imagens coloridas usando uma matéria-prima que, de facto, não é muito habitual: as rotas dos aviões que sobrevoam a América do Norte e partes dos Oceanos Atlântico e Pacífico.<br />
Koblin é funcionário do Google e usa dados fornecidos pela Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos da América para conceber as obras. Os quadros mostram a rota de voos na região durante um período de 24horas, diferenciando tipo o de aeronave, fabricante e altitude percorrida. As cores mais fortes indicam voos a altas altitudes, e as mais ténues revelam pousos e descolagens, criando deste modo, um mapeamento.<br />
Para além da beleza expressa nos trabalhos de Aaron Koblin, as obras mostradas dão uma ideia de como é concorrido o céu da América do Norte. Um espaço onde, diariamente, apenas as empresas aéreas americanas operam cerca de 27 mil voos.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://mediafragments.wordpress.com/2010/02/14/mapear-realidades-e-territorios/"><img src="http://img.youtube.com/vi/ystkKXzt9Wk/2.jpg" alt="" /></a></span>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mediafragments.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mediafragments.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mediafragments.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mediafragments.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mediafragments.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mediafragments.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mediafragments.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mediafragments.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mediafragments.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mediafragments.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mediafragments.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mediafragments.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mediafragments.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mediafragments.wordpress.com/171/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mediafragments.wordpress.com&amp;blog=10240792&amp;post=171&amp;subd=mediafragments&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Edna Silveira</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Ficção em hipertexto &#124; Patchwork Girl</title>
		<link>http://mediafragments.wordpress.com/2010/02/14/ficcao-em-hipertexto-patchwork-girl/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 01:48:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edna Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[ficção em hipertexto]]></category>
		<category><![CDATA[Hipertexto]]></category>
		<category><![CDATA[não linearidade]]></category>
		<category><![CDATA[Patchwork girl]]></category>

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		<description><![CDATA[O hipertexto é um texto de escrita não-linear, que foi desenvolvido para descrever a escrita não-sequencial. No texto tradicional os leitores seguem o estilo do autor e a organização do texto, enquanto que o hipertexto permite ao leitor um acesso imediato a qualquer informação, no inicio ou fim do texto. O leitor tem a possibilidade [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mediafragments.wordpress.com&amp;blog=10240792&amp;post=139&amp;subd=mediafragments&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O hipertexto é um texto de escrita não-linear, que foi desenvolvido para descrever a escrita não-sequencial. No texto tradicional os leitores seguem o estilo do autor e a organização do texto, enquanto que o hipertexto permite ao leitor um acesso imediato a qualquer informação, no inicio ou fim do texto. O leitor tem a possibilidade de procurar a informação ou seleccioná-la através de um hipertexto – com estrutura de conhecimento sob qualquer critério, incluindo a relevância pessoal, a curiosidade em detrimento da informação, o nível de experiência e necessidades de informação do leitor.</p>
<p>Umas das obras que reflectem esta temática, anteriormente referida, é a ficção em hipertexto <em>Patchwork Girl</em>, da autora americana Shelley Jackson, escrita e publicada no <em>Software Storyspace</em>, em 1995, faz uma fábula da relação corpo-máquina utilizando conceitos literários juntamente com o embasamento teórico construído pelos estudos do hipertexto. Esta obra literária aponta para o entrelaçamento de questões fundamentais na criação poética, ao inspirar-se em dois contos,<em>Frankenstein </em>de Mary Shelley e <em>Patchwork Girl<a href="http://sridc.files.wordpress.com/2007/12/image001.jpg"> </a>of Oz</em> de L. Frank Baum, combinando o tema corpo-máquina com as características escriturais das poéticas tecnológicas, especialmente do hipertexto.<br />
Tendo sido criada no suporte hipertextual , é pela metalinguagem que esta obra alcança a sua reflexão enquanto obra e enquanto personagem, tendo o hipertexto como base e como pano de fundo. A narrativa desenvolve-se numa composição composta por ilustrações de partes do corpo de uma mulher que se vão unindo por meio de texto e imagem. A narrativa da história é dividida em cinco segmentos: <em>Quilt</em>, <em>Journal</em>, <em>Graveyard</em>, <em>Story</em> e <em>Broken Accents</em>. Cada segmento desenvolve-se em várias direcções através de ligações de texto e imagem. Em <em>Quilt</em> encontra-se uma mistura de espaços da narrativa, criados pela combinação de frases de diferentes fontes – desde o livro de Baum aos manuais sobre hipertexto. A secção <em>Journal </em>representa o escrito de Mary Shelley sobre o seu primeiro encontro com a sua criação feminina. A fracção seguinte refere-se a <em>Graveyard</em> e consiste numa lista com o nome das várias partes e órgãos do corpo que saem do monstro feminino. Em <em>Story</em> o monstro passa do século XVIII para o século XX num curto espaço de tempo na narrativa. Aqui existem duas opções das quais o leitor terá de escolher uma – a de amante ou a de monstro. Estas duas opções envolvem o mesmo texto, o que leva a um final semelhante. Por último, em <em>Broken Accents</em> a história é levada a cinco ligações distintas e algumas delas irão girar em torno das mesmas repetidamente. Contudo, o leitor poderá optar por uma ligação e criar sua história.<br />
<em>Patchwork Girl</em> constitui-se como um objecto que permite a acção do utilizador/leitor, tornando-se um projecto interessante na medida em que permite ao leitor criar o seu próprio enredo e decidir qual o caminho a seguir.<br />
Este projecto tem o objectivo de analisar a obra de Shelley Jackson à luz de alguns estudos relativos à criação poética em hipertexto, ressaltando seu carácter literário dentro das novas poéticas tecnológicas.</p>
<p><a href="http://mediafragments.files.wordpress.com/2010/02/patchwork-girl14.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-168" title="patchwork-girl1" src="http://mediafragments.files.wordpress.com/2010/02/patchwork-girl14.jpg?w=300&#038;h=288" alt="" width="300" height="288" /></a></p>
<p><a href="http://mediafragments.files.wordpress.com/2010/02/image00110.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-169" title="image001" src="http://mediafragments.files.wordpress.com/2010/02/image00110.jpg?w=300&#038;h=229" alt="" width="300" height="229" /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mediafragments.wordpress.com/139/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mediafragments.wordpress.com/139/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mediafragments.wordpress.com/139/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mediafragments.wordpress.com/139/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mediafragments.wordpress.com/139/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mediafragments.wordpress.com/139/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mediafragments.wordpress.com/139/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mediafragments.wordpress.com/139/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mediafragments.wordpress.com/139/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mediafragments.wordpress.com/139/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mediafragments.wordpress.com/139/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mediafragments.wordpress.com/139/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mediafragments.wordpress.com/139/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mediafragments.wordpress.com/139/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mediafragments.wordpress.com&amp;blog=10240792&amp;post=139&amp;subd=mediafragments&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Edna Silveira</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Festival UM &#124; Paisagem&#8230;</title>
		<link>http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/19/festival-um-paisagem/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 17:14:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edna Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[Festival UM]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagem]]></category>

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		<description><![CDATA[O Festival UM gira, em cada edição, em torno de um tema. O tema subjacente a este ano foi a noção de Paisagem. Teresa Dillon, directora do festival, fala-nos de paisagem como a presença humana no mundo, a nossa panorâmica, de qualquer ponto de vista. Deste modo, a paisagem torna-se num processo construtivo, no qual [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mediafragments.wordpress.com&amp;blog=10240792&amp;post=118&amp;subd=mediafragments&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.1um1.net/">Festival UM</a> gira, em cada edição, em torno de um tema. O tema subjacente a este ano foi a noção de <strong>Paisagem</strong>.</p>
<p><a href="http://www.polarproduce.org/people.php?no=2">Teresa Dillon</a>, directora do festival, fala-nos de paisagem como a presença humana no mundo, a nossa panorâmica, de qualquer ponto de vista. Deste modo, a paisagem torna-se num processo construtivo, no qual o mundo é mediado através da experiência humana.</p>
<p>O Festival decorreu durante quatro dias (de 12 a 15 de Novembro) compreendendo <a href="http://www.1um1.net/programme/talks/">conversas</a> (com Carsten Stabenow, Terike Haapoja, Evelina Domnitch e Dmitry Gelfand, Prof. Jussi Angesleva, Unsworn Industries), <a href="http://www.1um1.net/programme/workshops/">workshops</a> (<em>Construir o Próprio Interface Musical</em> por membros da Fundação <a href="http://www.steim.org/steim/">STEIM</a>; <em>Maneiras de ver computacionais</em> com Prof. <a href="http://angesleva.iki.fi/">Jussi Angesleva</a>; <em>Megaphonebooth Lisboa</em> com <a href="http://www.unsworn.org/">Unsworn Industries</a>), <a href="http://www.1um1.net/programme/performances/">concertos/performances</a> e ainda uma <a href="http://www.1um1.net/?page_id=17">exposição</a> que se estenderá até dia 27.</p>
<p>Os trabalhos seleccionados e/ou abordados ao longo do festival (tanto os workshops, como as conversas e ainda a própria exposição) exploram (de modos diversos), pois, o conceito de <strong>Paisagem</strong>, tendo em conta a nossa percepção, e o modo como esta nos permite estabelecer e processar as nossas relações e experiências com o mundo exterior.</p>
<p>Será conferido um enfoque às duas primeiras conversas ocorridas, de modo a poder demonstrar, recorrendo a exemplos concretos, os modos (diversos) como a noção de paisagem foi aqui explorada.</p>
<p><em>Paisagem como processo construtivo da realidade, da experiência.<br />
</em>Foi deste modo que o designer <a href="http://www.staalplaat.org/site/about/">Carsten Stabenow</a> iniciou a primeira conversa no âmbito deste festival.<br />
O assunto foi abordado de modo a permitir o entendimento de como este processo modela a nossa percepção, constituindo um diálogo entre <strong>nós</strong> e o <strong>espaço</strong>.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/19/festival-um-paisagem/"><img src="http://img.youtube.com/vi/q5c_m83vTJY/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>O espaço torna-se, então, no próprio concerto, assim como o nosso acto de respiração natural. Neste caso, a campainha é o som natural da bicicleta<br />
(que é o instrumento). O som programa, assim, o espaço (compondo a paisagem através dos seus elementos sonoros).</p>
<p>Deste modo, é possível reter a ideia de que se compreender-mos os sons citadinos é possível transformá-los em instrumentos; dependendo, somente, do modo como estes nos são apresentados / contextualizados.<br />
Trata-se, pois, de uma reconfiguração do espaço e de uma construção social do som. Se as pessoas entenderem os sons, a sua percepção dos mesmos será alterada, construindo assim uma paisagem (com a informação que lhes é fornecida através dos mesmos e da sua subjectividade).</p>
<p>A segunda conversa inicia-se com a abordagem do tema de <strong>Levitação acústica</strong> e visualização de ondas sonoras, através da luz com <a href="http://www.portablepalace.com/ed.html">Evelina Domnitch</a>, <a href="http://www.portablepalace.com/ed.html">Dmitry Gelfand</a>. Este é um projecto que emerge da arte e da ciência, visando alterar as nossas perspectivas sobre o som e as suas frequências, oscilando entre os processos que já se encontram na natureza e os que são de índole humana.</p>
<p><a href="http://mediafragments.files.wordpress.com/2009/11/conversa2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-131" title="conversa" src="http://mediafragments.files.wordpress.com/2009/11/conversa2.jpg?w=300&#038;h=199" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<h6><span style="color:#888888;">Da esquerda para a direita: Teresa Dillon, Evelina Domnitch, Dmitry Gelfand e Terike Haapoja</span></h6>
<p>O conceito de <strong>Landscape</strong> (paisagem) surge aqui como <strong>Brainscape</strong> (“tunning the brain), ou seja, o modo como os fenómenos são percepcionados, e como estes, por conseguinte, nos modificam, numa união entre arte e ciência, proporcionando  um aumento de consciência e conhecimento sensorial.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/19/festival-um-paisagem/"><img src="http://img.youtube.com/vi/neM41SVV97A/2.jpg" alt="" /></a></span>
<h6><span style="color:#888888;">Camera Lucida, Evelina Domnitch e Dmitry Gelfand</span></h6>
<p><a href="http://www.terikehaapoja.net/2009/">Terike Haapoja</a>  culmina a conversa com as situações onde humanos e não humanos interagem, através de dispositivos sensoriais, ou seja, as relações entre homem-natureza (e espaço) através da utilização dos novos media, que, por sua vez, constroem a paisagem.</p>
<p><a href="http://www.terikehaapoja.net/2009/"><em>Community</em>, vídeo</a></p>
<p>Através deste exemplo é possível mostrar, um pouco da diversidade na exploração do tema subjacente à edição deste ano do festival.</p>
<p>Desde instalações interactivas (presentes na exposição ou abordadas nas conversas), vídeos e esclarecimentos através de debates e workshops (por exemplo, além das conversas referidas anteriormente, o modo como os computadores nos permitem / auxiliam a ver o mundo de outras formas através do workshop de Jussi Angesleva), o <strong>Festival Um</strong> permitiu então a abordagem a novas e diversificadas noções de paisagem, pelo modo como nos relacionamos e interagimos com o espaço e o som e os seus fenómenos (quer sejam estes  naturais ou humanos – pela nossa percepção.</p>
<p>Juliana Duque, Edna Silveira</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mediafragments.wordpress.com/118/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mediafragments.wordpress.com/118/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mediafragments.wordpress.com/118/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mediafragments.wordpress.com/118/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mediafragments.wordpress.com/118/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mediafragments.wordpress.com/118/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mediafragments.wordpress.com/118/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mediafragments.wordpress.com/118/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mediafragments.wordpress.com/118/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mediafragments.wordpress.com/118/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mediafragments.wordpress.com/118/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mediafragments.wordpress.com/118/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mediafragments.wordpress.com/118/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mediafragments.wordpress.com/118/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mediafragments.wordpress.com&amp;blog=10240792&amp;post=118&amp;subd=mediafragments&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Edna Silveira</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://mediafragments.files.wordpress.com/2009/11/conversa2.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">conversa</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Hipertexto + Multimédia = Hipermédia</title>
		<link>http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/19/hipertexto-multimedia-hipermedia/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 16:57:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edna Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[Hipermédia]]></category>
		<category><![CDATA[Hipertexto]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Multimédia]]></category>

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		<description><![CDATA[O fenómeno recente caracterizado pela explosão da Internet e da World Wide Web, tornou o texto e a sua aplicação mais importante do que nunca. Palavras e símbolos, sob qualquer forma, falados ou escritos, são o sistema mais comum de comunicação. Surge neste contexto conceitos como hipertexto e hipermédia, que pretendem simplificar a comunicação complexa. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mediafragments.wordpress.com&amp;blog=10240792&amp;post=129&amp;subd=mediafragments&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O fenómeno recente caracterizado pela explosão da Internet e da World Wide Web, tornou o texto e a sua aplicação mais importante do que nunca. Palavras e símbolos, sob qualquer forma, falados ou escritos, são o sistema mais comum de comunicação. Surge neste contexto conceitos como hipertexto e hipermédia, que pretendem simplificar a comunicação complexa.</p>
<p><em>Hypertext is not always comprised of text only. Hypertext is often integrated with other technologies which are capable of producing and displaying sound in a speech, graphics, video, and so on. This multi-media information constitutes the nodes, so that choosing a link to another node may result in a video display or a speech. </em><em>This combination is known as hypermedia.</em>(1)</p>
<p><em>Because hypertext is the organized cross-linking of words not only to other words but also to associated images, video clips, sounds, and other exhibits, hypertext often becomes simply an additional feature within an overall multimedia design. The term “hyper” has come to imply that the user interaction is a critical part of the design, whether for the text browsing or for the multimedia project as a whole. When interaction and cross-linking is then added to multimedia, and the navigation system is nonlinear, multimedia becomes hypermedia.</em> (2)</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/10/the-file-room/" target="_blank">Hipertexto</a></span> caracteriza-se por uma forma de escrita não linear, um mecanismo para armazenar e consultar grandes quantidades de informação de modo não sequencial, eficaz e rapidamente.<br />
A informação é armazenada em blocos, que estão ligados por meio de links, estabelecendo deste modo, uma rede.<br />
A hipermédia surge, deste modo, como a fusão entre o hipertexto e a multimédia, apresentando características de ambos e características próprias e únicas emergentes desta mesma fusão. Hipermédia é portanto o hipertexto de multimédia, não restringe a informação simplesmente a texto, podendo conter elementos como som, vídeo e gráficos, ou outros media, facilitando a capacidade da nossa mente para associar e organizar informação multisensorial. Hipermédia une os conceitos de não linearidade, hipertexto, interface e multimédia numa só linguagem. Com meios digitais, tais como a hipermédia, a informação pode ser facilmente adaptada, modificada, alterada ou mesclada com outras informações em rede.</p>
<p>No artigo, <em>Hipertexto e Hipermédia en la Ensenãnza Universitária, Jesus Salinas Ibañez</em> estabelece quatro elementos básicos que constituem todo o sistema hipermédia: os <strong>nós</strong>, que são fragmentos de texto, gráfico, imagem ou som, de diversos tamanhos, que estão ligados entre si – é permitido ao utilizador decidir a que nó recorrer; <strong>conexões ou enlaces</strong>, que são enlaces associativos que estabelecem relação entre a informação, permitindo ao utilizador que navegue por entre os nós; <strong>redes de ideias</strong>, que consiste no conjunto da estrutura, onde os nós são conectados com trajectórias significativas e a estrutura de conexões forma uma rede de ideias; e para finalizar os <strong>itinerários</strong>, que se apresenta pelo facto do utilizador ser o responsável pela escolha do itinerário a seguir. Os itinerários surgem como guias.</p>
<p>Assim, podemos pensar em hipermédia como sendo um meio de comunicação, que permite comunicar ideias complexas, de forma sucinta e simples, e dispor e manipular uma grande quantidade de informação constituída por vários media.</p>
<h6><span style="color:#888888;">(1) David H. Jonassen, Hypertext/ Hypermedia<br />
(2) Tay Vaughan, Multimedia: making it work</span></h6>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mediafragments.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mediafragments.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mediafragments.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mediafragments.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mediafragments.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mediafragments.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mediafragments.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mediafragments.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mediafragments.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mediafragments.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mediafragments.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mediafragments.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mediafragments.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mediafragments.wordpress.com/129/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mediafragments.wordpress.com&amp;blog=10240792&amp;post=129&amp;subd=mediafragments&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Video em arte? É Video Arte.</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 15:38:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edna Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[Instalação]]></category>
		<category><![CDATA[Performance]]></category>
		<category><![CDATA[Video]]></category>
		<category><![CDATA[Video Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[No inicio do século XXI, o vídeo é um meio de comunicação familiar, embora o nível de conhecimento tecnológico que está por detrás deste, relativamente ao fluxo de imagens que são produzidas e da cultura que lhe está associada, continua a ser bastante elementar, nomeadamente ao que respeita à Vídeo Arte. O vídeo difere dos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mediafragments.wordpress.com&amp;blog=10240792&amp;post=121&amp;subd=mediafragments&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No inicio do século XXI, o vídeo é um meio de comunicação familiar, embora o nível de conhecimento tecnológico que está por detrás deste, relativamente ao fluxo de imagens que são produzidas e da cultura que lhe está associada, continua a ser bastante elementar, nomeadamente ao que respeita à Vídeo Arte.<br />
O vídeo difere dos seus dois “parentes” mais próximos, o cinema e a televisão, num ponto fulcral: traduz directamente o material audiovisual para um código analógico ou digital, proporcionando que a gravação e o armazenamento ocorram simultaneamente. É um meio de preservação que armazena o material gravado num estado de permanente disponibilidade e manipulação. Este meio está dependente do estado actual do desenvolvimento tecnológico como nenhum outro meio de comunicação artístico. A maior evolução desde o aparecimento da Vídeo Arte foi a passagem da produção de imagem analógica para digital.<br />
A Vídeo Arte pode não conter o uso de actores, um diálogo, uma narrativa discernível ou enredo, ou qualquer uma das convenções que regularmente definem o cinema. A definição mais simples seria considerar que a Vídeo Arte procura explorar os limites do próprio meio, ou surpreender rigorosamente as expectativas do espectador.<br />
Na segunda metade dos anos 60, a vídeo-arte surgiu entre artistas, sob o estandarte da intermedialidade, que romperam com as noções convencionais de género, cruzando interdisciplinaridade entre literatura, música, dança, teatro e artes plásticas. Este facto criou uma troca intensa de ideias e um vasto clima cultural no qual as novos media eram usados experimentalmente e testados até à sua adequação no campo artístico.<br />
<em>Os artistas que trabalham com vídeo confirmam a natureza mutável deste media. Assim, Nam June Paik, um dos pioneiros “electrónicos”, vê o vídeo como um modelo de vida.</em>(1)<br />
A origem da Vídeo Arte aparece muitas vezes associada ao facto de em 1965, <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.paikstudios.com/" target="_blank">Nam June Paik</a></span> ter apresentado no Café Au Go Go, em Nova Iorque, a sua primeira gravação em que mostrava imagens da visita do Papa na respectiva cidade. Desde então, vários artistas como Bill Viola, Andy Warhol, entre outros, exploraram as possibilidades e limites deste meio de comunicação.<br />
<em>One tendency of vídeo art, since its beginning has been to be cybernetic, to be interactive, to be new media. Another (independent) tendency has been to make an always-already history.</em>(2)<br />
A evolução da Video Arte, é representada actualmente por duas variedades: canal único e instalação. As obras de canal único caracterizam-se por serem próximas da ideia convencional de televisão: um vídeo é exibido, projectado ou mostrado como uma única imagem; as obras de instalação envolvem um ambiente, várias peças distintas de vídeo apresentadas separadamente, ou combinadas com outros campos artísticos, tais como a escultura. Instalação de vídeo é a forma mais comum de Vídeo Arte na actualidade, sendo por vezes combinada com outros meios de comunicação ou performance.<br />
Com a exploração de outros novos media e a sua evolução natural, permitiu criar interactividade com o espectador, narrativas não lineares, loops, experimentação de tempo real para várias zonas de tempo e velocidades.</p>
<p><span style="color:#888888;"> </span></p>
<h6><span style="color:#888888;">(1) Sylvia Martin in <em>Video Art<br />
</em>(2) Noah Wardrip-Fruin in <em>The New Media Reader<br />
</em></span></h6>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mediafragments.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mediafragments.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mediafragments.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mediafragments.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mediafragments.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mediafragments.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mediafragments.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mediafragments.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mediafragments.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mediafragments.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mediafragments.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mediafragments.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mediafragments.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mediafragments.wordpress.com/121/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mediafragments.wordpress.com&amp;blog=10240792&amp;post=121&amp;subd=mediafragments&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Goodbye Virtual Reality, Hello Augment Reality</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 17:03:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edna Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[Interactividade]]></category>
		<category><![CDATA[Interfaces Tangíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade Aumentada]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade Virtual]]></category>

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		<description><![CDATA[A Realidade Virtual ou o ambiente virtual são definidos como: (…) the ability to computer-generated realistic three-dimensional worlds that the operator can explore and interact with through natural interfaces(…)If we aim at a consensus view, then the definition becomes so general as to include any medium that simulates a real or imaginary world by electronic [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mediafragments.wordpress.com&amp;blog=10240792&amp;post=105&amp;subd=mediafragments&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Realidade Virtual ou o ambiente virtual são definidos como<em>: (…) the ability to computer-generated realistic three-dimensional worlds that the operator can explore and interact with through natural interfaces(…)If we aim at a consensus view, then the definition becomes so general as to include any medium that simulates a real or imaginary world by electronic means and allows the viewer to participate in it.</em>. (1)<br />
O seu objectivo é proporcionar ao utilizador o experienciar de ideias e conceitos abstractos, visitar ambientes inalcançáveis ou inexistentes e examinar objectos de diversos pontos de vista e de forma única, em tempo real. É uma realidade ficcional, uma simulação da realidade através da tecnologia e de dispositivos tecnológicos, composta por diversos elementos virtuais, que através de relações intelectuais, é compreendida como próxima do ambiente real.<br />
A <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/10/just-listen-and-walk-around-the-city/" target="_blank">Realidade Aumentada</a></span> surge como uma área de estudos da Realidade Virtual.<br />
<em>Augment reality is a technology that may one day impact many aspects of our lives. The technology sits on the continuum between real life and virtual reality. Whereas virtual reality totally immerses you in a computer graphic animation and removes you from reality, augmented reality aims to simply augment, or overlay digital information on top of your vision of real-life objects around you.</em>(2)<br />
O conceito de Realidade Aumentada é definido normalmente como a sobreposição de elementos virtuais tridimensionais, gerados por computador, com um ambiente do mundo real, por meio de algum dispositivo tecnológico, em tempo real.<br />
Segundo Ronald Azuma, a realidade aumentada é um ambiente que envolve tanto a Realidade Virtual como elementos do mundo real, criando deste modo um ambiente misto. Contrariamente à Realidade Virtual, adiciona grafismos, sons, e cheiros do mundo real. A Realidade Aumentada faculta ao utilizador uma maior interactividade, permitindo-o interagir e manipular elementos virtuais e possibilitando a sua transposição para o ambiente real.<br />
O utilizador consegue interagir com o ambiente real embora esteja a experienciar o mundo virtual simultaneamente. Idealmente o mundo virtual não quer substituir o mundo real, mas sim complementar a informação, parecendo ao utilizador que o ambiente virtual e real coexistem.</p>
<h6><span style="color:#888888;"> </span></h6>
<h6><span style="color:#888888;">(1) Robin Baker in <em>Designing the Future<br />
(2) Nicholas D. Evans,</em> in <em>Consumer gadget: 50 ways to have fun and simplify your life with today’s technology.</em></span></h6>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mediafragments.wordpress.com/105/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mediafragments.wordpress.com/105/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mediafragments.wordpress.com/105/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mediafragments.wordpress.com/105/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mediafragments.wordpress.com/105/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mediafragments.wordpress.com/105/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mediafragments.wordpress.com/105/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mediafragments.wordpress.com/105/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mediafragments.wordpress.com/105/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mediafragments.wordpress.com/105/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mediafragments.wordpress.com/105/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mediafragments.wordpress.com/105/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mediafragments.wordpress.com/105/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mediafragments.wordpress.com/105/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mediafragments.wordpress.com&amp;blog=10240792&amp;post=105&amp;subd=mediafragments&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Just listen and walk around the city</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 16:56:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edna Silveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comentários]]></category>
		<category><![CDATA[Interfaces Tangíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade Aumentada]]></category>
		<category><![CDATA[Sonic City]]></category>

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		<description><![CDATA[Sonic City Sonic City, é um projecto desenvolvido pelo Interactive institute &#38; Viktoria Institute, maioritariamente concebido e testado em Gotemburgo, Suécia entre 2002 e 2004. O seu conceito sugere um sistema de geração musical em tempo real, capaz de elaborar composições electrónicas singulares e personalizadas a partir do mapeamento do ambiente no qual o utilizador [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mediafragments.wordpress.com&amp;blog=10240792&amp;post=100&amp;subd=mediafragments&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#888888;"><strong>Sonic City</strong></span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-101" title="sonic-city_" src="http://mediafragments.files.wordpress.com/2009/11/sonic-city_.jpg?w=478&#038;h=359" alt="sonic-city_" width="478" height="359" /></p>
<p><a href="http://www.tii.se/reform/projects/pps/soniccity/index.html" target="_blank"><em>Sonic City</em></a>, é um projecto desenvolvido pelo Interactive institute &amp; Viktoria Institute<strong>,</strong> maioritariamente concebido e testado em Gotemburgo, Suécia entre 2002 e 2004. O seu conceito sugere um sistema de geração musical em tempo real, capaz de elaborar composições electrónicas singulares e personalizadas a partir do mapeamento do ambiente no qual o utilizador está inserido.<br />O sistema dispensa o utilizador de interferir directamente com o mesmo: o caminhante oferece apenas condições e matéria consequentes do seu percurso e recebe, via <em>headphones</em> ou outro hardware de <em>output</em> audio, em tempo real, a composição consonante com o nível e qualidade de interacção com a cidade.<br />O sistema depende de curtas e sucessivas gravações por microfone, recebidas por um computador portátil e retransmitidas num dado ritmo, densidade e intensidade ao caminhante, cujo percurso é analisado por sensores lumínicos, de movimento e proximidade, instalados no corpo do utilizador. O mapeamento geral é feito a dois níveis básicos: baixo e alto. Num baixo-nível, são produzidas peças musicais curtas e isoladas que adicionam certas qualidades ao espectro sonoro. Estas surgem da medição de parâmetros discretos (objectos/corpos com os quais nos cruzamos, tocamos ou aproximamos) e parâmetros contínuos (intensidade lumínica prevalecente ou poluição sonora, por exemplo). Ao alto-nível, são consideradas combinações de acção e contexto, as quais influem na estrutura compositiva da música.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/10/just-listen-and-walk-around-the-city/"><img src="http://img.youtube.com/vi/FJUWr0c4QF0/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>O ambiente da cidade concretiza-se então em sonoridades electrónicas abstractas/concretas, desafiando o utilizador a conhecer uma nova face da sua dimensão urbana. O desafio é também aceitar a aleatoriedade deste “instrumento musical”, em que o controlo é repartido pela influência racional do utilizador e pela imprevisibilidade do ambiente.<br />O projecto pretende tirar partido das actividades e percursos quotidianos e transformá-los em instrumento e matéria criativas, estimulando a exploração física e o desenvolvimento das capacidades perceptivas, através dos conceitos explorados pela <a href="http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/10/goodbye-virtual-reality-hello-augment-reality/" target="_blank">Realidade Aumentada</a>, uma inserção e sobreposição de dois mundos, o real e o virtual.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/mediafragments.wordpress.com/100/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/mediafragments.wordpress.com/100/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/mediafragments.wordpress.com/100/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/mediafragments.wordpress.com/100/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/mediafragments.wordpress.com/100/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/mediafragments.wordpress.com/100/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/mediafragments.wordpress.com/100/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/mediafragments.wordpress.com/100/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/mediafragments.wordpress.com/100/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/mediafragments.wordpress.com/100/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/mediafragments.wordpress.com/100/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/mediafragments.wordpress.com/100/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/mediafragments.wordpress.com/100/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/mediafragments.wordpress.com/100/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=mediafragments.wordpress.com&amp;blog=10240792&amp;post=100&amp;subd=mediafragments&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Edna Silveira</media:title>
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			<media:title type="html">sonic-city_</media:title>
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